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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Múltiplas Interpretações

Há muito tempo atrás, um homem rico estava muito mal. Pediu papel e caneta e escreveu assim:

"Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres."

Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava ele a fortuna? Eram quatro concorrentes.

O sobrinho fez a seguinte pontuação:
"Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres."

A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
"Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres."

O padeiro pediu cópia do original. Puxando a brasa para sua sardinha, interpretou:
"Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres."

Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
"Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres."


A vida é exatamente assim. Você tem a capacidade de pontuar suas frases da maneira com você quiser. Uma pequena mudança no modo como enxergamos os problemas pode fazer toda a diferença. E assim, seu caminho será menos espinhoso!

Atenciosamente,

Márisson Fraga

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